Fontes: Friendly Atheist, Count Me Out, ateus do Brasil.
Editora: Rayssa Gon
A Igreja Católica está se afundando mais e mais em suas ações.
Uma coisa que poucas pessoas conheciam mas que com o advento da Internet e das notícias de pedofilia acabou se tornando popular é que era possível desertar da Igreja Católica. Era. Em agosto deste ano, o Vaticano passou uma lei canônica chamada Omnium in Mentem que sumiu com todas as referências formais aos processos de deserção e removia todos os efeitos da revisão de 1983 que facilitava o processo.
Não está exatamente claro quais são os efeitos dessa lei, pois não se sabe se há outros métodos de deserção da Igreja — ela não fala. Entretanto, isso afeta negativamente todas as pessoas que desejam sair da Igreja como forma de protesto ou atualização cadastral, já que a Igreja não considera mais os atos de deserção como desligamento entre a pessoa e a instituição. Outra implicação negativa está no fato de que você não pode sair da igreja, se divorciar, casar de novo e voltar a ser associado sem as implicações normais que isso causaria se não ocorresse — leia-se excomunhão.
Tal ação da Igreja Católica aparentemente tem o objetivo de estancar a vazão de religiosos que não querem mais ter nada a ver com a instituição, ou cortar custos com pessoal — visto que os pedidos aumentaram exponencialmente ultimamente — ou ainda tentar manter uma renda em países como a Alemanha, que distribui impostos para as igrejas baseado na porcentagem da população que se declara pertencer à tais igrejas.
Seja qual for o motivo, é uma safadeza oculta como às que eles têm o costume de fazer.
















